O governador Ricardo Coutinho não resistiu à pressão da oposição e dos professores, além da possibilidade de sofrer nova derrota na Assembleia, e acaba de dar marcha ré na Medida Provisória nº 193, que suprimia o PCCR do magistério. RC mandou editar uma outra MP, a de nº 195, que revoga os efeitos da anterior. O deputado Gervásio Filho foi o primeiro a pontuar na manhã desta terça (dia 15), na Assembleia: “Isto mostra que a oposição estava no caminho certo, quando denunciou que a MP 193 iria suspender os efeitos do PCCR dos professores emplantado no governo de Cássio.O Governo RC está reparando o erro que cometeu.” A MP 195 está no Diário Oficial desta terça. O governador chegou a afirmar, nas últimas horas, que a oposição tinha criado “um factóide” com o debate sobre danosos efeitos que a MP 193 iria trazer para a carreira do magistério na Paraíba. Mas, certamente alertado pela assessoria, decidiu recuar e reparar o errro, revogando os efeitos da Medida Provisória. Além da reação da oposição e dos professores, o próprio secretário Harrison Targino (Educação) chegou a admitir para alguns deputados que a medida era juridicamente insustentável, uma vez que retirava da categoria conquistas consolidadas ao longo de mais de uma década. Pois, o primeiro PCCR vem de 2003. Alguns deputados da base do Governo chegaram a dizer, abertamente, na Assembleia que não votaria a favor da MP 193, e mandaram o recado ao Governo. Bem, ante a possibilidade de uma nova derrota na Casa e em face de toda a pressão, o governador recuou mais uma vez. “O governador precisa, na verdade, se cercar de pessoas com mais conhecimento para não ficar enviando este tipo de matéria (MP 193) para a Assembleia”, arrematou o deputado Gervásio Filho.
fonte:Helder moura
Harrison
se isenta de responsabilidade sobre MP que restringe progressão do
Magistério na PB e joga ‘batata quente’ na mão da equipe econômica
A polêmica Medida Provisória 193 encaminhada pelo Governo do Estado para ser votada na Assembleia Legislativa da Paraíba promete ganhar mais um desdobramento. É que o Secretário de Educação do Estado, Harrison Targino, literalmente, se isentou da responsabilidade do conteúdo da matéria e deixou claro que a MP é anterior sua chegada na pasta. Conforme o Secretário, o texto tem como base cálculos feitos pela equipe econômica e de pessoal do governo e não pela Secretaria. A MP 193 adequa o salário inicial do professor da Paraíba ao Piso Nacional, mas sem adotar a progressão prevista no Plano de Cargos, Carreiras e Salários, que vigorava desde 2003, ainda à epoca do Governo Cássio Cunha Lima. Apesar de não ter responsabilidades sobre os efeitos da Medida, Harrison Targino deve se reunir ainda hoje com as secretárias Aracilba Rocha (Finanças) e Livânia Farias (Administração), além de Juvino Neto, consultor jurídico do governo, para se aprofundar sobre a MP, que tramita na Assembleia, bem como os deputados da base governista. Sindicatos reclamam que o reajuste no salário inicial sugere reflexo nos demais níveis, com base no que diz o PCCR da Educação, aprovado no governo Cássio. O governo alega que o reajuste escalonado já foi dado no início do ano e que agora, apenas para cumprimento do Piso Nacional, vai precisar mexer no salário base, que passará de 1.038,00 para 1.088,00. Harisson antecipou que o governo tem o interesse de valorizar cada vez mais a categoria dos professores, assegurando reajustes anuais e que, diante das restrições da Lei de Responsabilidade Fiscal, terá problemas de garantir dois ou mais reajuste para a mesma categoria em apenas um ano. A informação foi publicada e repercutida no Blog de Luis Torres.
fonte:Redação pbagora
fonte:Helder moura
MP 193: Secretário Harrison Targino joga ‘batata quente’ na mão da equipe econômica.
A polêmica Medida Provisória 193 encaminhada pelo Governo do Estado para ser votada na Assembleia Legislativa da Paraíba promete ganhar mais um desdobramento. É que o Secretário de Educação do Estado, Harrison Targino, literalmente, se isentou da responsabilidade do conteúdo da matéria e deixou claro que a MP é anterior sua chegada na pasta. Conforme o Secretário, o texto tem como base cálculos feitos pela equipe econômica e de pessoal do governo e não pela Secretaria. A MP 193 adequa o salário inicial do professor da Paraíba ao Piso Nacional, mas sem adotar a progressão prevista no Plano de Cargos, Carreiras e Salários, que vigorava desde 2003, ainda à epoca do Governo Cássio Cunha Lima. Apesar de não ter responsabilidades sobre os efeitos da Medida, Harrison Targino deve se reunir ainda hoje com as secretárias Aracilba Rocha (Finanças) e Livânia Farias (Administração), além de Juvino Neto, consultor jurídico do governo, para se aprofundar sobre a MP, que tramita na Assembleia, bem como os deputados da base governista. Sindicatos reclamam que o reajuste no salário inicial sugere reflexo nos demais níveis, com base no que diz o PCCR da Educação, aprovado no governo Cássio. O governo alega que o reajuste escalonado já foi dado no início do ano e que agora, apenas para cumprimento do Piso Nacional, vai precisar mexer no salário base, que passará de 1.038,00 para 1.088,00. Harisson antecipou que o governo tem o interesse de valorizar cada vez mais a categoria dos professores, assegurando reajustes anuais e que, diante das restrições da Lei de Responsabilidade Fiscal, terá problemas de garantir dois ou mais reajuste para a mesma categoria em apenas um ano. A informação foi publicada e repercutida no Blog de Luis Torres.
fonte:Redação pbagora
Inaldo é fisgado nas águas turvas de Cachoeira, mas nega relação
O
ex-deputado federal Inaldo Leitão foi o primeiro paraibano fisgado pela
imprensa nacional que cobre as relações do bicheiro e empresário
Carlinhos Cachoeira, alvo de uma CPMI no Congresso, com políticos
brasileiros. De
acordo com o Correio Braziliense, o nome de Inaldo aparece em uma das
intercetações telefônicas feitas pela Polícia Federal. Na ocasião,
Cachoeira tenta emplacar Inaldo Leitão no Denatran, cargo que de fato o
paraibano chegou a cogitar. Na
matéria, Leitão se defende. Nega relação com Cachoeira e diz que não
aceitou o Denatran porque não quis. Informações de bastidores,
divulgadas à época, apontam que o nome de Inaldo foi vetada em razão de
dívidas junto à Receita Federa, algo que foi regularizado, mas não em
tempo hábil.
Leia trecho da matéria veiculada nesta segunda, na versão online do Correio Braziliense:
Bicheiro articulou indicação no Denatran, mostram gravações da PF
Intercepções
telefônicas da Operação Monte Carlo revelam o interesse do contraventor
Carlinhos Cachoeira pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
No ano passado, quando o PP estava em fase de negociações para renovar a
presidência do órgão, ligado ao Ministério das Cidades, Cachoeira
articulou encontro do então presidente do Departamento Estadual de
Trânsito (Detran) de Goiás, Edivaldo Cardoso, com o ex-deputado do PP
Pedro Canedo. Cachoeira, assim como o correligionário do partido que
comanda o ministério, queriam indicar Inaldo Leitão, também
ex-parlamentar do PP, para a Presidência do Denatran. "Ele (Pedro
Canedo) quer pôr você (Edivaldo) para conversar com o Inaldo Leitão para
ser o presidente do Denatran", afirma Cachoeira. Inaldo
Leitão nega a amizade com Canedo, afirma que não conhece o
contraventor, e alega que não assumiu o cargo no Denatran, porque não
estava interessado. "Eu não conheço nenhum dos dois, não conheço o Pedro
Canedo. Eu fui indicado, mas não passou por esse pessoal. Foi o PP
nacional. Foi uma questão política (o fato de não ter assumido). Eu não
estava interessado nessa questão de cargo, não. Esses bandidos ficam
vendendo o que não têm, dizem que são amigos de fulano, de sicrano". ("isto é uma vergonha")
fonte: Luís Tôrres
Cássio "toma" lugar de Wilson Santiago também no Parlasul.
O Parlasul é composto por 90 parlamentares do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai
O Parlasul é composto por 90 parlamentares do Brasil, Argentina,
Paraguai e Uruguai. A Venezuela, apesar de ainda não integrar
oficialmente o bloco, também participa do Parlasul. O senador paraibano
foi indicado para o cargo pelo Bloco da Minoria no Senado Federal.
Criado há sete anos, o Parlasul tem o objetivo de dar mais agilidade à
integração entre os países que compõem a instituição. Também está na sua
lista de prioridades, manter os esforços para a preservação da
democracia na região. “Recebo esta nova missão parlamentar ciente da
responsabilidade em colaborar com o debate de assuntos relevantes para
as relações diplomáticas e comerciais do Mercosul”, frisou Cássio Cunha
Lima, que já confirmou presença na próxima reunião da Comissão do
Mercosul, prevista para esta terça (15). Já a sua primeira participação
efetiva no Parlasul deve acontecer somente no início de junho, em
Montevidéo, capital do Uruguai, depende ainda da indicação dos
representantes do Senado Argentino para que seja fixada uma data para a
reunião. Recentemente foi aprovado o aumento do número de
representantes brasileiros no Parlasul atendendo a acordo para a
implantação do critério de proporcionalidade, que garante mais assentos
aos países mais populosos. Na primeira etapa, o Brasil terá 37
integrantes, a Argentina contará com 26, e Paraguai e Uruguai manterão
os atuais 18 cada. Na etapa seguinte, após a posse dos eleitos
diretamente pelas populações dos países do bloco, o Brasil terá 75
parlamentares e a Argentina, 43. Paraguai e Uruguai permanecerão com 18.
De acordo com a Secretaria da Comissão do Mercosul, na reunião de
amanhã será analisado o PL nº 1981, de 2011., do deputado Gonzaga
Patriota que “estabelece os procedimentos e critérios de que trata o
artigo primeiro do Acordo de admissão de títulos e graus universitários
para o exercício de atividades acadêmicas nos estados partes do MERCOSUL
promulgado pelo Decreto Nº 5.518, de 2005, relativos aos títulos de
pós-graduação e unicamente para o exercício de atividades de docência e
pesquisa nas instituições de ensino superior no Brasil e dá outras
providências.. O relator da matéria, o Senador Paulo Bauer já antecipou
voto favorável à aprovação do projeto.
Cláudio Humberto: Empresa investigada pela Polícia Federal fez depósitos em dinheiro na conta de campanha de Ricardo Coutinho
O
colunista nacional Cláudio Humberto repercutiu em sua página, na
internet e em todos os jornais impressos, que a empresa Ideia Digital
investigada pela Polícia Federal na operação LogOff e denunciada por
irregularidades em contrato da Prefeitura Municipal de João Pessoa, fez
21 doações fez 21 depósitos em dinheiro na conta corrente de campanha do
candidato Ricardo Coutinho em 2010. A Empresa baiana “Ideia Digital” responsável
pela implantação do JampaDigital, aparaceu na reportagem exibida pelo
Fantástico, mostrando seu representante propondo abertamente um esquema
de desvio de dinheiro público, fez depósitos em dinheiro na conta
corrente de campanha do candidato Ricardo Coutinho em 2010. Dos 21
depósitos em espécie, 20 foram feitos em apenas um dia, 08/09/2010.
Mesmo
que a doação eleitoral por parte de empresas que prestam serviços para a
administração pública não seja vedada pela Lei Eleitoral, destaca o
advogado especializado em direito eleitoral. "Apenas concessionárias e
permissionárias de serviços públicos - como empresas de ônibus - são
proibidas de fazer as contribuições", disse o jurista, a Ideia Digital
havia fornecido serviços ao então candidato a governador, ná época
prefeito de João Pessoa. Coincidentemente,
a Ideia Digital Sistemas Consultoria, recebeu 10 dias antes do depósito
na conta de campanha do governador Ricardo Coutinho, a importância R$
1.500.000,00 (um milhão e quinhentos reais) referente a prestação de
serviço e compra de equipamentos para contrapartida do projeto cidade
digital, conforme processo de compra através do contrato nº 07/2010.
VALOR RECEBIDO PELA IDEIA DIGITAL, 10 DIAS ANTES. (DADOS DO TCE)

DADOS FORNECIDOS NA PÁGINA DO TRE

DADOS FORNECIDOS NA PÁGINA DO TRE
Fantástico denuncia tentativa de pagamento de propina e desperdício de dinheiro em João Pessoa
Pagamento
de propina, desperdício de dinheiro e um escândalo milionário que
envolve vários nomes da política paraibana, este é o "Jampa Digital", um
programa que prometia internet grátis para toda João Pessoa e não
funciona em nenhum dos pontos prometidos pela prefeitura da capital.
O
pior é que além de não funcionar, segundo matéria especial do
Fantástico da Rede Globo, vários equipamentos possuem indícios de
superfaturamento, tudo adquirido nas gestões do ex-prefeito e hoje
governador, Ricardo Coutinho (PSB), e o atual prefeito, Luciano Agra
(mesmo partido).
Propina
Inaugurado
há dois anos, em um show de rock nas areias da praia de Tambaú, o
projeto prometia transformar João Pessoa na primeira cidade 100% digital
do Brasil, mas as promessas não saíram do papel e o que os repórteres
da Globo flagraram foi o diretor de uma empresa, a Ideia Digital, Paulo
Sacerdote, oferecendo propina para um dos produtores do programa,
imaginando estar com o assessor de um prefeito. O acordo seria de 20%
do total do serviço pago.
O
diretor se ofereceu até para incluir um item que não existiria de fato,
mas apenas nas planilhas, sendo este o de capacitação, a exemplo do que
consta no edital da prefeitura de João Pessoa.
Sem serviço
A
equipe do Fantástico esteve em João Pessoa e visitou os locais onde
deveria ter acesso gratuito à internet, nada feito, a equipe verificou
que o projeto não virou realidade quando em documentos existem onze
pontos de internet sem fio e gratuita na capital paraibana.
O
então, Secretário de Ciência e Tecnologia de João Pessoa, e atual
Ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, foi citado na reportagem por
estar a frente da pasta no período.
Batendo Pino
Responsável
pela prefeitura na época, o governador Ricardo "fugiu do debate" e se
recusou a falar com o Fantástico, a exemplo do prefeito Luciano Agra,
que também "correu", quando soube qual era o assunto e o único que falou
foi o procurador geral do estado, Gilberto Carneiro, que justificou o
suposto sobrepreço afirmando que não pode obrigar as empresas a venderem
barato.
Dinhero "jogado fora"
A
prefeitura de João Pessoa investiu, segundo a matéria, R$ 1,5 milhões
no programa e o ministério da Ciência e Tecnologia R$ 4,7 milhões, o que
eleva o desperdício a mais de R$ 6 milhões "jogados no lixo".
A
prefeitura de João Pessoa tentou justificar a falta de funcionamento no
projeto dizendo que existiu uma redução nos repasses do governo e que
as falhas seriam provocadas por equipamentos danificados que estariam
sendo substituídos. O
suposto esquema da Ideia Digital, que possui sede em Salvador/Bahia, já
estaria funcionando em Pernambuco, onde o governador, Eduardo Campos
(PSB), já teria pago R$ 14 milhões por serviços da Ideia digital. Resta
agora ao governador, Ricardo Coutinho, ao prefeito, Luciano Agra, a
ex-secretária de Administração, Estelizabel, e aos demais citados
responder onde foi parar estes mais de R$ 6 milhões gastos com o
programa.
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