Estabeleceu uma estratégia que a leva dissociar
do governador que ajudou a eleger na campanha de 2010. “Não depende só de mim a
reedição da aliança”. É o que o senador tem proclamado sempre que instado a
falar sobre a relação política com o “socialista” Ricardo Coutinho.
Em entrevista, Cássio reiterou que a decisão de
tornar-se candidato ao governo depende do PSDB, cujo partido federal deseja
vê-lo a abrir um palanque na Paraíba para o presidenciável Aécio Neves.
“Claro que eu tenho a exata noção de que minha
palavra tem peso no partido, mas existem outras forças no PSDB que têm o direito
de opinar e, de forma democrática, pretendemos ouvir essas pessoas que ajudam a
manter o partido forte na Paraíba”, disse.
Quem acompanha as pegadas do senador sabe o
quanto houve uma mudança de comportamento em relação ao ainda aliado,
principalmente depois que passou a ser cobrado por diversos segmentos das
categorias dos servidores públicos, que se queixam a ele da falta de
compromissos nas ações do governo tucano, a exemplo do cumprimento dos
PCCRs.
Em recente declaração, Cássio deu uma resposta
dura ao governador sobre o pedido de indicação de um nome para ocupar à
presidência da PBGás, inclusive afirmou que não aprendeu a fazer política
negociando cargos, lembrando também que os secretários Gustavo Nogueira
(Planejamento) e Luzemar Martins (Controladoria) não fazem parte do “núcleo
duro” do governo.
Blog:Marcone
Ferreira
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