terça-feira, 16 de abril de 2013

“Não depende só de mim a reedição da aliança”, reitera Cássio.


Estabeleceu uma estratégia que a leva dissociar do governador que ajudou a eleger na campanha de 2010. “Não depende só de mim a reedição da aliança”. É o que o senador tem proclamado sempre que instado a falar sobre a relação política com o “socialista” Ricardo Coutinho.
Em entrevista, Cássio reiterou que a decisão de tornar-se candidato ao governo depende do PSDB, cujo partido federal deseja vê-lo a abrir um palanque na Paraíba para o presidenciável Aécio Neves.
“Claro que eu tenho a exata noção de que minha palavra tem peso no partido, mas existem outras forças no PSDB que têm o direito de opinar e, de forma democrática, pretendemos ouvir essas pessoas que ajudam a manter o partido forte na Paraíba”, disse.
Quem acompanha as pegadas do senador sabe o quanto houve uma mudança de comportamento em relação ao ainda aliado, principalmente depois que passou a ser cobrado por diversos segmentos das categorias dos servidores públicos, que se queixam a ele da falta de compromissos nas ações do governo tucano, a exemplo do cumprimento dos PCCRs.
Em recente declaração, Cássio deu uma resposta dura ao governador sobre o pedido de indicação de um nome para ocupar à presidência da PBGás, inclusive afirmou que não aprendeu a fazer política negociando cargos, lembrando também que os secretários Gustavo Nogueira (Planejamento) e Luzemar Martins (Controladoria) não fazem parte do “núcleo duro” do governo.
Blog:Marcone Ferreira

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