Idealizado a partir de uma "brincadeira" de quatro jovens amigos (Marcelo, Patrícia, Carlos e Tânea), o Espetáculo A Paixão de Cristo em Alagoa Grande chega ao seu 5º ano de exibição, demonstrando a cada ano, uma enorme capacidade cultural e o talento dos artistas desta cidade, que é berço de inúmeros artistas, reconhecidos e respeitados no cenário nacional.
O espetáculo retrata a vida, morte e ressurreição de Jesus, símbolo maior do cristianismo.
Encenado ao AR LIVRE, com entrada GRATUITA e já foi visto por mais de 10.000 pessoas, nos últimos 4 anos de apresentação, o espetáculo é feito inteiramente por artistas da terra natal de Jackson do Pandeiro e Criselide Barros, o evento promove a cultura local, ajuda na socialização de todos os envolvidos, além de contribuir para a descoberta de novos talentos, pois durante a preparação, os jovens participaram de OFICINAS DE TEATRO, AULAS DE DANÇA, E COSTURA.
A produção do espetáculo traz para o público, uma história contada em riqueza de detalhes e também utiliza-se de diversos recursos de som, iluminação e efeitos especiais.
A Paixão de Cristo em Alagoa Grande, (encenado por cerca de 70 atores e atrizes, entre crianças, jovens e adultos), é um espetáculo feito por alagoagrandenses que merece ser visto por todos.
Publicado por Philipe Chaves
Dilma ainda teria argumentado que uma das lideranças do PSD é a
senadora Kátia Abreu (TO), presidente da Confederação Nacional da
Agricultura (CNA). E que ela participou do acordo feito no Senado,
juntamente com o outro senador do partido, Sérgio Petecão (AC).
Vené quer um exorcista para tirar o diabo dos couros de Luiz Couto
O prefeito Veneziano Vital do Rego não gostou nem um pouco das
declarações do deputado Luiz Couto sobre seu irmão, senador Vitalzinho,
chamado de bandido pelo barbudo do PT. Pelo twitter, Vené mandou ver:
"Desamparados os que dependerem de Luiz Couto como confessor.
Há muito a batina não lhe merece. Inquestionável que ele precise de um
Exorcista”.Brasil corre o risco de não cumprir Lei Ficha Limpa em 2012
A Lei da Ficha Limpa está valendo para as eleições deste ano, mas o país
corre o risco de não ter estrutura para cumpri-la. Pela legislação
atual, os promotores eleitorais terão cinco dias para impugnar, com
base, por exemplo, no que determina a Ficha Limpa, pedidos de registro
de candidatura apresentados à Justiça Eleitoral. Isso significa que - se
for levado em conta o total de candidaturas a prefeito, vice-prefeito e
vereador em 2008, uma soma que dá 381.919 nomes - o Ministério Público
terá de analisar, por dia, uma média de 76 mil pedidos.
Se o prazo já era curto sem as novas exigências determinadas pela Ficha
Limpa, com elas aumenta o volume de trabalho de pesquisa que os
promotores terão de fazer, nesse período, para levantar se um candidato é
elegível ou não.
Segundo a legislação atual, os partidos e coligações têm até 5 de julho
para apresentar seus pedidos de registro de candidatura aos juízes de
cada zona eleitoral. Depois disso, a Justiça Eleitoral tem até dia 8 de
julho para publicar em edital os pedidos de registro requeridos pelos
partidos. A partir da publicação desse edital, os promotores eleitorais
(além de candidatos, partidos e coligações) têm só cinco dias - até dia
13 de julho - para impugnar candidaturas. Mas há outros obstáculos,
alerta o procurador regional eleitoral em Minas, Felipe Peixoto Braga
Neto. A resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determina
quais documentos o candidato precisa apresentar na hora de pedir o
registro de candidatura na zona eleitoral, a de número 23.373/2011, foi
editada antes de o Supremo Tribunal Federal determinar que a Ficha Limpa
vale para as eleições deste ano. Por isso, não leva em conta a
documentação que provaria que um candidato não é ficha-suja.
Certidão criminal não basta para MP - Por exemplo, essa
resolução determina que os candidatos apresentem apenas certidões
negativas criminais - mas, se ele foi condenado por improbidade
administrativa (o que faz com que, pela Ficha Limpa, não possa
concorrer), isso não aparecerá na certidão criminal, somente numa
certidão cível. Que o candidato não precisa, pela resolução do TSE,
apresentar.
- Além disso, a Ficha Limpa determina que é inelegível quem foi demitido
do serviço público e quem foi excluído do exercício da profissão por
infração ético-profissional. E o candidato não precisa levar documentos
que provem o contrário na hora de pedir seu registro de candidatura,
porque essa resolução do TSE não trata disso. Os promotores é que terão
de ir atrás dessa documentação, e em apenas cinco dias - sublinha Braga
Neto.
Segundo o procurador em Minas, um prazo mínimo razoável seria "pelo menos o dobro, dez a 15 dias":
- E isso porque, nas eleições municipais, quem impugna ou não as
candidaturas são os promotores de primeira instância, dos MPs estaduais,
que são em maior número. Em Minas, por exemplo, são cerca de 350
promotores eleitorais. Mesmo assim, esse prazo de cinco dias já será
curto.
Para verificar se os candidatos não tinham sido proibidos de exercer a
profissão por alguma infração ética, o procurador em Minas lembra que
teve de mandar ofícios para entidades de classe como Ordem dos Advogados
do Brasil e Conselho Regional de Medicina. No caso das eleições deste
ano, os promotores eleitorais terão também de procurar informações sobre
condenados por improbidade administrativa nos Tribunais de Contas
estaduais.
Felipe Braga Neto destaca ainda que a exigência de que candidatos que
tenham tido contas rejeitadas nas eleições de 2010 não possam se
candidatar, outra nova regra para as eleições deste ano, também vai
aumentar o volume de pesquisa dos promotores na hora de analisar as
candidaturas.
No Rio, o subcoordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias
Eleitorais, Bruno Gaspar de Oliveira Corrêa, afirmou por e-mail que o MP
do Rio, apesar do volume de trabalho e do prazo de cinco dias, estará
preparado e não "beneficiará os ‘fichas-sujas’":
"Embora realmente seja exíguo o prazo de cinco dias para a impugnação de
todos os candidatos considerados inelegíveis pela Lei da Ficha Limpa,
os promotores eleitorais do estado do Rio de Janeiro estarão preparados
para ajuizar a ação competente dentro do prazo legal", diz um trecho da
nota.
O MP do Rio tem 249 promotores eleitorais. Nas eleições de 2008, o
estado registrou 15.290 candidatos (somando candidatos a prefeito, vice e
vereador), o que, para os promotores eleitorais, significou uma média
de três mil candidatos nos cinco dias de trabalho de análise das
candidaturas.
Para o procurador regional eleitoral de São Paulo, Pedro Barbosa Pereira
Neto, uma normatização do TSE sobre os documentos necessários para o
registro eleitoral seria imprescindível:
- O problema é que o TSE, pelo menos até o momento, não normatizou esse
assunto, quer dizer, vai ser uma questão que vai exigir do Ministério
Público realmente o acesso às bases de informação para que isso possa
ser devidamente trabalhado.
São Paulo tem hoje 424 promotores regionais eleitorais, sendo 58 na
capital paulista. Em 2008, foram efetuados 63.129 registros de
candidatura na Justiça Eleitoral para os cargos de prefeito,
vice-prefeito e vereador. Pereira Neto destaca que as eleições serão o
principal teste para a Lei da Ficha Limpa e que sua efetividade vai
depender do rigor com que a Justiça Eleitoral julgará os pedidos de
impugnação.
Dilma apela a partido de Kassab, em vão, para aprovar Código Florestal
Em pouco mais de um mês, a presidente Dilma Rousseff ouviu dois "nãos" da boca do prefeito Gilberto Kassab, também presidente do PSD. Num encontro realizado na quinta-feira à noite, no Palácio do Planalto, Dilma pediu a Kassab ajuda para convencer os parlamentares do PSD a apoiar o projeto de reforma do Código Florestal que foi aprovado pelos senadores, e que garante a recuperação de vegetação nativa às margens de rios. A negativa de Kassab fratura ainda mais a base governista no Congresso.
Dilma assume negociação do Código Florestal
O prefeito respondeu à presidente que não tem controle sobre esse
tema na bancada, de acordo com informações de bastidores tanto no
governo quanto entre parlamentares do PSD. E se justificou: entre os 47
deputados do partido há muitos ruralistas, todos eles envolvidos no
intenso debate que é travado a respeito do Código Florestal. E eles
querem mudar o projeto que voltou à Câmara, retirando a parte que obriga
quem desmatou beira de rios a fazer o reflorestamento das áreas
degradadas.
Dilma ainda teria argumentado que uma das lideranças do PSD é a
senadora Kátia Abreu (TO), presidente da Confederação Nacional da
Agricultura (CNA). E que ela participou do acordo feito no Senado,
juntamente com o outro senador do partido, Sérgio Petecão (AC).
O problema, respondeu Kassab, ainda conforme as informações de
bastidores, é que o projeto está na Câmara e lá é seu destino final. Se
os deputados retirarem o artigo que torna obrigatório o reflorestamento,
o projeto seguirá diretamente para a sanção presidencial, sem
necessidade de volta ao Senado.
No dia 15 de fevereiro Kassab disse o primeiro "não" para a
presidente. Depois de ensaiar um acordo com o PT para apoiar a
candidatura de Fernando Haddad à sua sucessão, ele foi ao Palácio do
Planalto dizer a Dilma Rousseff que José Serra (PSDB) decidira concorrer
à prefeitura paulistana. Diante do novo quadro, ele afirmou que se
apresentava à presidente para dizer que recuara das negociações já
entabuladas com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Não tinha
outra alternativa a não ser apoiar José Serra, seu padrinho na
prefeitura de São Paulo.
No encontro que teve com a presidente Dilma Rousseff na quinta-feira,
Kassab disse a Dilma que só não tinha condição de ajudá-la na parte
referente ao Código Florestal. Prometeu apoio ao governo, sem exigir
cargos ou liberação de emendas parlamentares ao Orçamento da União, dois
dos motivos que conflagraram a base aliada nas últimas semanas. Por
causa da crise, o governo decidiu suspender todas as votações até o dia
11 de abril. Entre os projetos urgentes, está a Lei Geral da Copa.
Kassab disse à presidente que entende como "grave" o momento
político, porque as relações entre o Poder Executivo e o Poder
Legislativo estão muito desgastadas. Prometeu que atuará para aparar as
dificuldades em sua bancada. Disse ainda que o partido votará com o
governo na Lei Geral da Copa e em outras propostas importantes. A
exceção é o Código Florestal.





Nenhum comentário:
Postar um comentário
BLOG DO PHILIPE CHAVES, O Blog que te deixa mais atualizado em seu dia-a-dia.